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CIDADÃO É RETIRADO À FORÇA DA CÂMARA DE AVARÉ DURANTE VOTAÇÃO DE AUMENTO DE SUBSÍDIOS PARA VEREADORES; ASSISTA O VÍDEO COMPLETO DA CONFUSÃO

Tumulto ocorreu durante a sessão extraordinária desta segunda-feira (1º). Munícipe foi retirado à força do plenário pelo presidente da Casa após protestar contra reajuste de subsídio dos vereadores.

2 de dezembro de 2025
em CÂMARA DE AVARÉ
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CIDADÃO É RETIRADO À FORÇA DA CÂMARA DE AVARÉ DURANTE VOTAÇÃO DE AUMENTO DE SUBSÍDIOS PARA VEREADORES; ASSISTA O VÍDEO COMPLETO DA CONFUSÃO

Uma confusão marcou a sessão extraordinária da Câmara Municipal de Avaré, realizada na segunda-feira (1º). O que deveria ser uma votação legislativa terminou com um munícipe retirado carregado do prédio, acusações de agressão mútua e o registro de boletins de ocorrência por ambas as partes.

O estopim para o tumulto foi a votação do projeto que prevê o aumento do subsídio dos vereadores para a próxima legislatura (a partir de 2029). O texto estipula o salário em aproximadamente R$ 11 mil para os parlamentares e R$ 13 mil para o presidente da Casa.

Segundo relatos e testemunhas, o clima esquentou após a fala do vereador Everton Machado. O munícipe Vinicius Berna, presente no plenário, manifestou-se de forma exaltada contra a fala do parlamentar, interrompendo o andamento da sessão.

O presidente do Legislativo, vereador Cabo Samuel Paes, solicitou que Berna se acalmasse. Diante da negativa, Paes ordenou a retirada do cidadão, acionando funcionários da Casa. Foi neste momento que a situação saiu de controle.

De acordo com a presidência da Câmara, ao tentarem retirar o munícipe, servidores teriam sido agredidos com socos. Diante da confusão, o próprio presidente da Casa, Cabo Paes, juntamente com outras pessoas que acompanhavam a sessão, incluindo o sargento da PM Cromec, interveio fisicamente. Vinicius Berna foi imobilizado e retirado carregado do prédio do Legislativo.

Após o incidente, o vereador Cabo Samuel Paes utilizou a tribuna para justificar a ação enérgica. Identificando-se como policial militar, Paes afirmou que agiu para “restabelecer a ordem pública” e proteger os servidores da Casa.

“Não é a primeira vez e fica aqui registrado. Como presidente desta casa, eu vou sempre garantir a segurança de todos que aqui estão […] Se for necessário o uso da força para restabelecer a ordem pública, assim o farei. Nesse caso, após desferir socos contra o colaborador desta Casa de Leis, fomos obrigados a intervir usando da força para imobilizar o cidadão que aqui estava tumultuando”, declarou Paes.

O presidente da Câmara enfatizou que manifestações pacíficas são bem-vindas, mas que não tolerará agressões a funcionários. Ele garantiu ainda que não houve agressão por parte da equipe contra o munícipe, apenas técnicas de imobilização.

“Não houve sequer um soco desferido contra o senhor que aqui saiu. Foi só imobilizado e levado para fora. Então aqui não tem espaço para baderna. Aqui tem lei”, concluiu.

OUTRO LADO – Vinicius Berna utilizou suas redes sociais para dar sua versão dos fatos. Em vídeo, ele admitiu ter “perdido a razão” e se exaltado, justificando sua revolta com o teor do projeto de aumento salarial em meio à crise econômica que afeta a população de baixa renda.

“Confesso que, no momento que eu vi essa matéria, eu me revoltei […] a pessoa ganhando 1.500 reais de salário mínimo e não tem reajuste sobre a inflação, não tendo poder de compra nenhum […] Então, esse projeto me revoltou de verdade”, desabafou Berna.

Sobre o confronto físico, Berna negou ter agredido os funcionários intencionalmente e alegou ter agido para se desvencilhar quando tentaram tocá-lo. Ele afirmou ser praticante de Krav Maga (faixa verde) e que, se quisesse agredir, teria usado golpes técnicos, o que diz não ter feito.

“Foram me tirar, e eu falei que não era para tocar em mim […] apenas tentei afastar de tentarem me pegar”, disse ele, mostrando arranhões no braço e afirmando que passaria por exame de corpo de delito no IML. Berna criticou duramente os vereadores, afirmando que eles deveriam ter “vergonha na cara” de aprovar tal reajuste.

CASO DE POLÍCIA – O episódio ultrapassou as paredes do Legislativo e chegou à esfera criminal. Vinicius Berna registrou um boletim de ocorrência relatando sua versão dos fatos.

Em contrapartida, o presidente Cabo Samuel Paes, acompanhado dos funcionários que teriam sido agredidos, também compareceu ao Plantão Policial para denunciar o caso.

Devido ao envolvimento de um vereador e a gravidade das acusações dentro de um prédio público, o caso será investigado pela Delegacia Seccional de Polícia Civil de Avaré, que apurará as responsabilidades e analisará as alegações de agressão e perturbação do trabalho legislativo.

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