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DEPOIMENTO BOMBÁSTICO: TESTEMUNHA REVELA QUE DENÚNCIA CONTRA CABO SAMUEL FOI ORQUESTRADA POR JORNALISTA EM AVARÉ

Priscila Bexiga afirma que denúncia foi redigida por jornalista e aponta uso de 'laranja' para assinar documento; testemunha entregou provas de pressão contra vereador do PT e afirma ter sido manipulada.

17 de abril de 2026
em CÂMARA DE AVARÉ
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DEPOIMENTO BOMBÁSTICO: TESTEMUNHA REVELA QUE DENÚNCIA CONTRA CABO SAMUEL FOI ORQUESTRADA POR JORNALISTA EM AVARÉ

Uma reviravolta impactante marcou a oitiva da Comissão Processante (CP) 01/2026 na manhã desta sexta-feira (17), na Câmara de Avaré. O depoimento da munícipe Priscila Regina Bexiga trouxe revelações que podem mudar drasticamente o rumo das investigações sobre a suposta quebra de decoro parlamentar do presidente da Casa, vereador Cabo Samuel Paes.

A “Mentora Intelectual”: Acusações contra Cida Koch

De acordo com o depoimento de Priscila, a denúncia que deu origem à CP não teria nascido de uma iniciativa espontânea da denunciante oficial, Juliane Oliveira. Priscila afirmou, sob juramento, que a jornalista Cida Koch, responsável pelo Jornal In Foco, foi a “mentora intelectual” e a verdadeira autora da minuta da denúncia.

“A jornalista Cida Koch me procurou pedindo se eu poderia assinar. Ela me enviou a denúncia que foi apresentada… era a mesma denúncia que ela me mandou e era só para preencher”, revelou a testemunha.

Priscila explicou que não pôde assinar por estar com o título de eleitor irregular, assim como outro munícipe, Salatiel, que também teria sido sondado. Segundo o relato, a escolha de Juliane para assinar o documento teria sido estratégica, servindo como uma espécie de “laranja” para que a jornalista pudesse manter uma falsa aparência de imparcialidade em seu veículo de comunicação enquanto pressionava os parlamentares.

Provas Digitais: O Conteúdo do Pendrive

A testemunha entregou à comissão um pendrive contendo um vasto material probatório, incluindo áudios e prints de conversas em grupos de WhatsApp (alguns deles restritos a administradores) e diálogos privados.

O material expõe a articulação política por trás do movimento de cassação:

  • Suposta manipulação de opinião: O uso do jornal para “cacetear” desafetos políticos e enaltecer figuras que poderiam ser lançadas como candidatos futuramente.

  • Pressão sobre Vereadores: Relatos de tentativas de usar terceiros, como fundadores de partidos, para pressionar parlamentares a votarem pela cassação.

  • Ataques Pessoais: Mensagens em tom de chacota e ameaças direcionadas a membros do Legislativo.

Uso do Jornal como Ferramenta de Ataque

A defesa do vereador Cabo Samuel, realizada pelo Advogado João Drummont de Freitas, questionou a testemunha sobre o caráter das matérias publicadas pelo Jornal In Foco. Priscila confirmou que as publicações eram “tendenciosas” e “planejadas” para forçar a cassação.

Chacotas e Ameaças: O material entregue à CP (pendrive com áudios e prints) revela mensagens em tom de ameaça contra vereadores da base governista.

Interesses Políticos: A testemunha afirmou acreditar que a jornalista estaria “enaltecendo” figuras como Vinícius Berna e Juliane com o intuito de lançá-los politicamente no futuro.

Parlamentares Citados e Tensões Políticas

Durante a exibição das provas e os questionamentos dos advogados de defesa e dos membros da CP, diversos nomes de vereadores foram citados nas conversas orquestradas, incluindo: Moacir Lima, Pedro Fusco, Francisco Barreto, Hidalgo de Freitas e Léo Ripoli, onde são classificados como: Fala Mansa, um banana, pensante e ambicioso, entre outros.

O Caso Léo Ripoli: Ataques por “Bandeamento”

Entre os materiais entregues à Comissão, chamaram a atenção as menções ao vereador Léo Ripoli. Nas conversas de WhatsApp, teriam se utilizado de termos agressivos, afirmando que iria “cacetear” o parlamentar.

O motivo da perseguição, segundo o que foi discutido na oitiva, seria o fato de Léo Ripoli ter se “bandiado” — ou seja, mudado seu posicionamento político ou se aproximado de um grupo que não era do interesse da jornalista. As provas indicam que o veículo de comunicação teria sido utilizado para atacar e tentar descredibilizar o vereador após essa mudança de lado na articulação política.

Um dos momentos mais tensos da oitiva ocorreu quando o vereador Moacir Lima expressou perplexidade ao ouvir áudios de uma integrante do grupo (identificada como M.L.) mencionando supostas conexões com organizações criminosas (PCC) para intimidar ou influenciar o cenário político. Moacir classificou a situação como “estarrecedora” e “gravíssima”.

Acusações de Falso Testemunho

Outro ponto crucial do depoimento foi quando Priscila Bexiga afirmou categoricamente que Vinícius Berna mentiu em seu depoimento anterior à comissão. Segundo ela, Vinícius tinha pleno conhecimento de que a denúncia havia sido redigida por Cida Koch e apenas assinada por Juliane, ao contrário do que ele teria declarado oficialmente.

Ela também afirma que Juliane Oliveira, que protocolou a denúncia, também mentiu a comissão.

Pressão Política e Perseguição ao PT

Um dos pontos mais polêmicos do depoimento envolveu a articulação de Cida Koch contra membros do Partido dos Trabalhadores (PT). Priscila revelou que a jornalista mantinha contato direto com Paulo Scromov, um dos fundadores do partido em Avaré, com o intuito de pressioná-lo para que o PT obrigasse o vereador Francisco Barreto a votar pela cassação.

A testemunha destacou que, embora o grupo de mobilização se declarasse “apartidário”, a jornalista demonstrava clara hostilidade a determinadas legendas. Priscila relatou que Cida chegou a remover membros de grupos de WhatsApp apenas por serem apoiadores do PT e que utilizava seu veículo para descredibilizar tanto a gestão municipal quanto parlamentares específicos, como Léo Ripoli e o próprio Barreto.

Motivação do Depoimento: “Fui Manipulada”

Questionada pelo relator Magno Greguer sobre o que a levou a procurar a Câmara para depor de forma voluntária, Priscila foi enfática ao dizer que agiu por questão de consciência.

“Demorou para eu perceber que a jornalista estava manipulando as situações e as pessoas. Demorou para eu enxergar que eu também estava sendo manipulada. Por questão do que é justo e do que é certo, resolvi vir falar”, declarou a munícipe.

Ela afirmou que decidiu quebrar o silêncio após assistir ao depoimento de Juliane e perceber que as declarações dadas anteriormente à comissão não condiziam com a verdade dos fatos ocorridos nos grupos de articulação.

Prorrogação dos Trabalhos da CP

Diante da gravidade dos novos fatos e do volume de provas anexadas — que agora precisarão ser periciadas e analisadas detalhadamente —, a Comissão Processante, formada pelos vereadores Hidalgo de Freitas (Presidente), Magno Greguer (Relator) e Moacir Lima (Membro), deve solicitar a prorrogação dos trabalhos por mais 45 dias.

Originalmente, o relatório final estava previsto para ser entregue no dia 8 de maio. Com a nova oitiva, o cronograma será estendido para garantir a lisura do processo e a apuração de possíveis crimes de falso testemunho e manipulação política.

O material será agora encaminhado às esferas competentes para apuração de possíveis crimes de falso testemunho e outras irregularidades na condução da denúncia.

Outro lado

O jornal A Voz do Vale encaminhou questionamentos à jornalista Cida Koch por meio de seu WhatsApp. No entanto, até a publicação desta matéria, não houve retorno. O veículo ressalta que permanece à disposição para publicar o posicionamento da jornalista sobre o caso.

Entenda

A Comissão Processante foi aberta para investigar uma possível quebra de decoro parlamentar atribuída a Cabo Samuel Paes. O caso remonta ao dia 1º de dezembro de 2025, quando, durante uma sessão extraordinária para votação do reajuste salarial dos vereadores, houve um tumulto no plenário.

De acordo com o relato do munícipe Vinícius Berna, ele se exaltou contra o projeto e, após ser advertido pelo presidente da Casa, foi imobilizado e retirado do local por quatro pessoas, incluindo o próprio vereador. Ele alega ter sofrido agressões, com arranhões no rosto e nos braços.

A Câmara Municipal, por sua vez, sustenta que não houve agressão por parte dos servidores ou do presidente, tratando-se de uma imobilização legítima diante da resistência oferecida. A Casa informou que as imagens de segurança foram entregues às autoridades para comprovar sua versão.

Em pronunciamento, Cabo Samuel Paes classificou o episódio como “triste” e afirmou ter agido para “preservar a segurança” do plenário, utilizando sua formação como policial para imobilizar e retirar o indivíduo após as devidas advertências.

Toda a oitiva de Priscila Bexiga está disponível no canal oficial da Câmara Municipal no You Tube. Para assistir, CLIQUE AQUI!



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