A empresa Alexandrina Locadora de Veículos divulgou uma nota oficial no sábado (26) em resposta à reportagem que trouxe relatos de motoristas e monitores do transporte escolar estadual sobre atrasos na formalização dos contratos de trabalho e o descumprimento de compromissos assumidos pela empresa.
No comunicado, a empresa afirma que as informações divulgadas “não condizem com a realidade dos fatos e contêm informações inverídicas”. A nota também sustenta que a reunião realizada no último dia 24 de julho teve como único objetivo prestar esclarecimentos aos colaboradores, sanar dúvidas e transmitir orientações sobre o retorno das atividades após o recesso escolar.
Em outro trecho, a Alexandrina declara que sempre atuou e continuará atuando “em conformidade com a legislação trabalhista vigente”, respeitando os direitos dos trabalhadores.
A empresa também afirma que todos os profissionais que permanecerem vinculados à operação terão seus contratos de trabalho formalizados, conforme determina a legislação, e receberão normalmente a remuneração correspondente aos dias efetivamente trabalhados.
Na nota, o grupo reafirma ainda o compromisso com a transparência, a responsabilidade e o diálogo com os colaboradores, além de repudiar a divulgação de informações que, segundo a empresa, não teriam sido devidamente apuradas e estariam gerando insegurança e desinformação.
A Alexandrina encerra o comunicado informando que permanece à disposição para prestar esclarecimentos por meio de seus canais oficiais.
Entenda o caso
Motoristas e monitores relataram que iniciaram as atividades em 15 de junho sem registro em carteira e alegaram que promessas relacionadas à formalização dos contratos, pagamento de benefícios e outras condições de trabalho não teriam sido cumpridas. Diante da situação, os trabalhadores chegaram a cogitar uma paralisação das atividades, o que poderia afetar o transporte de estudantes da rede estadual em Avaré.
A contratação do transporte escolar estadual ocorreu após a Secretaria de Estado da Educação assumir diretamente o serviço, em razão do encerramento do convênio anteriormente mantido com a Prefeitura de Avaré.
Até o momento, os trabalhadores que fizeram as denúncias ainda não haviam se manifestado sobre o conteúdo da nota divulgada pela empresa. O espaço permanece aberto para eventual posicionamento das partes envolvidas.





