29 julho, quarta-feira, 2026
  • Localização
A Voz do Vale - a Notícia de Cara Nova
  • Home
  • Classificados
  • Destaque
  • Polícia
  • Política
  • Avaré
  • Região
  • Atos Oficiais
  • Fale Conosco
Sem Resultados
Ver todos os resultados
A Voz do Vale - a Notícia de Cara Nova
  • Home
  • Classificados
  • Destaque
  • Polícia
  • Política
  • Avaré
  • Região
  • Atos Oficiais
  • Fale Conosco
Sem Resultados
Ver todos os resultados
A Voz do Vale
Sem Resultados
Ver todos os resultados

Falso médico trabalhou na região de Itapetininga por mais de três anos

13 de novembro de 2019
em Destaque
0
Falso médico trabalhou na região de Itapetininga por mais de três anos

 

O reumatologista que teve o nome e documentos usados por um falso médico que atuava na região de Itapetininga relatou que foi vítima de um estelionatário por mais de três anos.

 

Segundo a investigação da Polícia Federal em Sorocaba (SP), na operação Cochabamba foram expedidos nesta ontem, dia 12, sete mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao falso médico e um de prisão contra ele, apesar de o suspeito já estar preso. Foram apreendidos celulares e documentos.

 

“Fui vítima de um estelionatário, de uma quadrilha que faz uso de documentações falsas para exercer ilegalmente a medicina no estado de São Paulo. A pessoa já atuava há mais de três anos com meu nome, com documentações extraviadas, que devem ter sido burladas e falsificadas”, diz o verdadeiro médico Liszt Jonney Silva dos Santos.

 

“Quero ressaltar que minha profissão é reumatologia, e resido em Ji-Paraná, Rondônia, na qual não me ausento para outras localidades para exercer meu trabalho. Não atuo no estado de São Paulo”.

A operação foi realizada para cumprir o mandado de prisão preventiva contra os crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso, associação criminosa, exercício ilegal da medicina e estelionato contra a administração pública, após investigações iniciadas em 2018.

 

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Santa Luzia D’Oeste, Rolim Moura e Ji-Paraná (RO) pois, segundo denúncias, o falso profissional usava o nome de um médico de Rondônia.

 

O falso médico já foi preso pela Polícia Civil, mas o novo mandado de prisão preventiva contra ele foi expedido no âmbito federal.

 

Ainda de acordo com a Polícia Federal, o falso médico atuou por anos em cidades como Itapeva, Tatuí, Itapirapuã Paulista e Itararé.

A Prefeitura de Tatuí disse que o investigado atuou como clínico geral entre fevereiro de 2017 e maio de 2018 no pronto-socorro, por meio do contrato da Santa Casa de Misericórdia da cidade. Informou que ele não trabalhou no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e nos postos de saúde da cidade, e que não houve registros de diagnósticos errados.

 

Disse que, na época de contratação, ele apresentou toda a documentação necessária, inclusive uma certidão do CRM. Também afirmou que o então secretário de Saúde de Tatuí, Jerônimo Fernando Simão, foi quem fez as denúncias contra o suposto médico.

A Prefeitura de Itararé disse que não consta nenhum vínculo de trabalho ou prestação de serviços médicos em nome do suspeito. No entanto, informou que na Santa Casa, a prestação de serviço foi realizada entre 2013 e 2016.

A Santa Casa de Itararé informou que os documentos apresentados à Santa Casa foram averiguados junto ao CRMSP e foi constatado que eles que estavam de acordo, com registro ativo e constava e foto. Disse que nunca houve desconfiança da empresa em relação ao suspeito, que atuava como clínico geral.

A Prefeitura de Itapeva disse que, que colaborou com as investigações e assim que recebeu as denúncias encaminhou ao Cremesp, em junho de 2018, e disse que o médico se afastou do cargo antes do término do contrato, alegando problemas de saúde com um parente.

Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) informou que a fraude foi informada em 2018. Imediatamente, a inscrição secundária foi anulada em São Paulo e o Cremesp comunicou a ocorrência à Polícia Federal de Sorocaba, além do Conselho Regional de Medicina de Rondônia, responsável pelo registro de origem do médico em questão e também pela autorização para a emissão de inscrições em outros estados.

 

O Cremesp disse que esta ação ilícita é grave e muito preocupante porque coloca em risco a segurança de milhares de pacientes. Por isso, orienta aos médicos que, em caso de suspeita deste tipo de ocorrência, denunciem imediatamente às autoridades policiais, uma vez que trata-se de crime de falsidade ideológica. (G1 Itapetininga)

 

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Relacionado

© 2004 - 2026 - Todos os Direitos Reservados ao Jornal a Voz do Vale - By Net @ - sites para internet

Politica de Privacidade

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Classificados
  • Destaque
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Avaré
  • Região
  • Atos Oficiais

© 2004 - 2026 - Todos os Direitos Reservados ao Jornal a Voz do Vale - By Net @ - sites para internet

Descubra mais sobre A Voz do Vale

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo

%d